Cartão Profissional de Vigilante para trabalhar no contexto de Segurança Privada

Para trabalhar como vigilante de segurança privada em Portugal é obrigatório ter o Cartão Profissional PSP. Aqui explicamos tudo o que precisas de saber para iniciar ou continuar a tua carreira.

cartao profissional vigilante

O Cartão Profissional de Vigilante é a licença oficial que permite exercer legalmente a profissão de vigilante de segurança privada em Portugal. Este documento é emitido pela Polícia de Segurança Pública (PSP), através do seu Departamento de Segurança Privada, e certifica que o profissional reúne todos os requisitos legais, formativos e de idoneidade exigidos de acordo com a legislação em vigor.

Este guia foi totalmente atualizado com base na normativa e nos procedimentos mais recentes, explicando de forma clara como obter, renovar, quanto custa e onde tratar o Cartão Profissional de Vigilante em Portugal. 

O que é o Cartão Profissional de Vigilante e porque é obrigatório 

O Cartão Profissional de Vigilante não é apenas um cartão identificativo. Trata-se de um título habilitante, sem o qual não é permitido trabalhar como vigilante de segurança privada em Portugal. A sua existência garante que apenas profissionais devidamente formados, avaliados e considerados idóneos podem exercer funções de segurança privada.

O cartão é pessoal e intransmissível, tem validade limitada no tempo e deve estar sempre válido durante o exercício da atividade. Sempre que solicitado pelas autoridades ou pela entidade empregadora, o vigilante deve conseguir comprovar que se encontra legalmente habilitado. 

 

Como funciona o processo de obtenção do Cartão Profissional 

A obtenção do Cartão Profissional de Vigilante é um processo faseado, que começa após a formação e termina com a emissão do cartão pela PSP.

Depois de concluída a formação, o candidato tem de realizar duas avaliações obrigatórias: uma avaliação médica de aptidão física e mental, efetuada por um médico do trabalho, e uma avaliação psicológica, realizada por um psicólogo numa entidade reconhecida pela PSP. Estas avaliações determinam se o candidato é considerado apto para a função.

Um ponto importante é que os resultados destas avaliações são enviados eletronicamente pelos próprios profissionais de saúde para o SIGESP, o sistema oficial da PSP, simplificando o processo para o candidato.

 

O processo para trabalhar como Vigilante de Segurança Privada na Prosegur 

Na Prosegur, sabemos que muitas pessoas chegam à profissão de vigilante através de empresas de segurança privada que recrutam, formam e integram novos profissionais. Fazemos parte das principais empresas do setor e atuamos sempre de forma alinhada com toda a regulamentação em vigor definida pela PSP.

Na prática, recrutamos candidatos com ou sem experiência prévia e acompanhamos cada pessoa ao longo do processo necessário para exercer a função de vigilante de forma legal. Embora o Cartão Profissional seja sempre pessoal e da responsabilidade do vigilante, apoiamos os candidatos em várias fases iniciais, sobretudo ao nível da informação, do encaminhamento para formação certificada e da integração após a obtenção do cartão.

De forma geral, desde que inicias o processo connosco, podes contar com:

  • Informação clara e transparente sobre os requisitos legais para ser vigilante em Portugal;
  • Encaminhamento para entidades de formação certificadas pela PSP;
  • Apoio na preparação para o exercício da função após a emissão do Cartão Profissional;
  • Integração em diferentes tipos de serviço (retalho, indústria, eventos, hospitais, aeroportos, entre outros), de acordo com o teu perfil.

É importante reforçar que a emissão, renovação e validade do Cartão Profissional dependem exclusivamente da PSP e do cumprimento dos requisitos legais por parte de cada profissional. 

Perguntas frequentes sobre o Cartão Profissional de Vigilante

Não. Só é permitido exercer funções após a emissão do Cartão Profissional válido pela PSP. 

Sim. O cartão é pessoal e habilita o vigilante a trabalhar em qualquer empresa de segurança privada legalmente autorizada em Portugal. 

Não. A experiência não é obrigatória. O essencial é cumprir os requisitos legais e concluir a formação certificada. 

Desde 1 de janeiro de 2025, a responsabilidade é exclusivamente do próprio vigilante, que deve tratar da renovação através da sua conta no SIGESP. 

Não. Um cartão caducado impede o exercício da atividade até à sua renovação e nova validação pela PSP. 

 

Para quem pretende iniciar ou continuar uma carreira como vigilante de segurança privada em Portugal, compreender bem este processo e agir com antecedência faz toda a diferença.

Escolher uma formação certificada, organizar a documentação e dominar o funcionamento do SIGESP são passos essenciais para entrar ou manter-se no setor de forma legal e tranquila.