Prosegur reforça a cibersegurança de empresas e instituições com novas capacidades de cibervigilância e automação

Lisboa, 7 de julho de 2026. A Prosegur Cybersecurity, a unidade de cibersegurança da Prosegur Security, no âmbito do seu compromisso com o reforço do serviço SOC by xMDR, apresentou dois novos módulos, xCope e xEcute, que têm como objetivo disponibilizar às empresas e organizações um novo serviço de vigilância digital corporativa e uma solução de automação e integração de elevado desempenho, consolidando uma arquitetura de segurança mais inteligente, escalável e orientada para a eficiência.

O lançamento destas soluções, desenvolvidas pelos engenheiros da unidade de cibersegurança, pretende reduzir a distância entre a identificação de ameaças digitais e a capacidade de resposta operacional. Enquanto o xCope atua como um sistema de vigilância externa capaz de antecipar potenciais riscos, o xEcute disponibiliza uma estrutura de automação concebida para executar ações de contenção e coordenar processos de negócio de forma eficiente.

Desta forma, a Prosegur Cybersecurity reforça o seu compromisso com o desenvolvimento de tecnologia especializada e com a democratização do acesso a capacidades avançadas de cibersegurança para diferentes tipos de organizações.

Vigilância que vai além do perímetro corporativo

O xCope é um sistema de cibervigilância concebido para monitorizar a atividade que ocorre fora do controlo direto das organizações. A sua principal função é atuar como um sistema de alerta precoce, capaz de identificar sinais de risco em áreas não indexadas da Internet, detetar registos de domínios fraudulentos e monitorizar credenciais expostas de colaboradores.

A expansão do teletrabalho, a utilização de serviços na cloud e a proliferação de ferramentas não geridas reduziram a eficácia do perímetro corporativo tradicional. Atualmente, uma parte significativa da atividade que afeta as empresas ocorre em ambientes externos, precisamente os mesmos onde circula informação corporativa e são preparadas campanhas de usurpação de identidade.

A atividade que afeta as empresas já não se concentra apenas nos seus sistemas internos. Com o xCope incorporamos uma capacidade de vigilância que permite alertar para movimentos antes de estes serem executados, monitorizando vulnerabilidades emergentes em credenciais e sistemas, bem como situações de utilização abusiva da marca.”, salienta Luís Martins, Diretor-geral da Prosegur Cybersecurity Portugal.

Este complemento de vigilância digital corporativa integra-se no serviço SOC by xMDR da Prosegur Cybersecurity através de diferentes níveis de serviço, permitindo ajustar o seu alcance ao nível de exposição de cada organização. Esta estrutura facilita o acesso de empresas de diferentes dimensões a análises externas, permitindo antecipar atividades com impacto na sua operação, conformidade ou reputação.

Elevada eficiência na automação

Como complemento desta capacidade de vigilância externa, a empresa introduziu igualmente um módulo de automação que permite reduzir o intervalo temporal entre a deteção e a resposta, abrangendo simultaneamente componentes técnicas, tecnológicas e processuais, proporcionando um importante apoio a todas as equipas envolvidas.

O xEcute coloca em prática fluxos de trabalho (workflows) que agilizam a sincronização entre ferramentas, equipas e procedimentos, permitindo automatizar ações previamente aprovadas e reduzir significativamente o esforço manual nos processos de resposta. Com esta capacidade, as organizações conseguem diminuir de forma significativa o tempo de exposição, melhorar a eficiência operacional e garantir que as ações críticas são executadas de forma consistente e sem fricções.

Com o xEcute damos um passo decisivo na modernização dos processos de resposta. Este módulo permite-nos reduzir significativamente a dependência de tarefas manuais e assegurar que as ações críticas são executadas com a rapidez e consistência exigidas pelo atual panorama de ciberameaças. A sua capacidade para coordenar ferramentas, equipas e procedimentos proporciona às organizações um nível de eficiência operacional difícil de alcançar com modelos tradicionais”, sublinha o Diretor-geral da Prosegur Cybersecurity Portugal.